FRAGMENTOS
Palavras devoradas pela chuva (o ruído da água a abater-se sobre telhados de zinco) e outras intempéries. Palavras escritas na parede há muitos anos (os ricos que paguem...) e mutiladas por cartazes publicitários. Palavras ditas na rua, voláteis, levantando a cabeça no meio de conversas alheias, desfazendo-se no ar como fumo. É delas que espero o que as outras nunca me dão.
Comments
Gostei.bastante,ponto
A SEIVA
Posted by: Miguel | janeiro 8, 2008 07:15 PM
pois é !
"musicamos com palavras o diálogo da vida vamos indo sem rumo apesar da bússola"
( numa Dessas paredes de Lisboa, algum tempo atrás)
Posted by: leono r | janeiro 10, 2008 11:34 PM
os ricos que paguem a crise
paredes dessas marcam-me o passo e o olhar.
Posted by: joana | fevereiro 3, 2008 03:44 AM