O NOME
Sempre que vou beber a bica (single expresso) ao Starbucks que fica mesmo em frente ao Hotel Hyatt, centro nevrálgico da imprensa durante a Berlinale, um dos funcionários questiona-me sobre o primeiro nome. É norma da casa escrever, a marcador preto, o nome do cliente no copo de cartão plastificado que outro funcionário encherá com a respectiva bebida.
No meu caso, já vi todas as grafias possíveis: Johnze, Joshua, Giuseppe, Zoejhe, Josy, Joe Zen (gostei particularmente desta). Quem chegou mais próximo foi uma rapariga baixinha que escreveu Josè.