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NADA É JÁ COMO DEVIA SER

«Edvard atravessa a sala no seu roupão grosseiro e usado, os seus passos são pesados e desajeitados, é uma sombra que se arrasta, um desespero fechado sobre si próprio, um condenado à morte duas horas antes da execução. Nada é já como devia ser, mas ele não se lamenta.»

[in Fanny e Alexandre, de Ingmar Bergman, tradução de Armando Silva Carvalho, Assírio & Alvim, 2006]

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