05/01/2000
Faz hoje precisamente seis anos que morreu a actriz Fernanda Alves.
Faz hoje precisamente seis anos que o ensaísta Ernesto Sampaio, surrealista que lhe dedicou um amour fou digno de Breton, começou a morrer lentamente, afundado na tristeza, na saudade e na solidão.
Do Ernesto disse o Mário Cesariny: «É a única pessoa que conheço que morreu de amor». A frase não é nenhuma hipérbole, não há nela qualquer espécie de liberdade poética. Leiam Fernanda e perceberão porquê.